"BRUCE E A CANÇÃO DOS FILÓSOFOS"
Immanuel Kant
Ficava bêbado num instante
Era de uma estabilidade sofrível
Heidegger, Heidegger
Esse vivia para beber
Seu modo de pensar era imbatível
David Hume tinha o costume
De beber mais do que Hegel
E Wittgenstein bebia até o último vintém
Ficava tão travado quanto Schlegel
Não há nada que Nietzsche não podia lhe ensinar
Sobre como erguer a taça
Sócrates, o próprio, ficava bêbado de graça
John Stuart Mill, com sua sede febril
Por meio litro de drinque logo sucumbiu
Platão, dizem, tomava tudo que podia
Era meia caixa de uísque todo dia
Aristóteles, Aristóteles,
A garrafa era só dele
Hobbes adorava um drinque misto
E René Descartes era um ébrio à parte
"Bebo, logo existo"
Sim, Sócrates, o próprio,
Esse deixou saudades
Um amável pensador
Mas quando bebia
Só pensava em maldades
(Autoria: Monty Python)

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